10 Técnicas de Aprendizagem Acelerada Para Você Usar no Estudo Para Concurso

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Você quer passar no concurso público? Precisa aprender uma disciplina “difícil” do seu edital ou aprender um novo idioma para fazer sua prova? A aprendizagem acelerada pode te ajudar!  😉 

Quem estuda para concurso precisa aprender diariamente novas matérias, mas acaba se deparando com conteúdos que são “muito difíceis” ou “demorados demais” para aprender.

Ao usar técnicas de aprendizagem acelerada, você pode aprender rapidamente conteúdos que normalmente você levaria meses, anos ou décadas de estudo.

Nesta postagem do blog, você aprenderá 10 táticas de aprendizagem acelerada que você pode aplicar para aprender qualquer conteúdo, idioma ou habilidade necessária para passar no seu concurso.

Então eu listo abaixo 10 Técnicas de Aprendizagem Acelerada Para Você Usar no Estudo Para Concurso.

Espero que goste! Vamos começar?

1. Quebre “ambições” (matérias) difíceis em objetivos (conteúdos) menores e realizáveis

Ao aprender novos conhecimentos e habilidades, as pessoas geralmente confundem “ambições” com objetivos. “Aprender a falar espanhol” é uma ambição – algo que se aspira a fazer. “Aprender as 100 palavras espanholas mais utilizadas” é um objetivo mensurável e realizável.

A chave para aprimorar sua capacidade de aprendizagem é ser capaz de quebrar todas as suas ambições (ex.: aprender Direito Administrativo) em uma série de metas pequenas, mensuráveis ​​e realizáveis (aprender Atos Administrativos, aprender Modalidades de Licitação etc.)

Ao quebrar grandes metas em pequenos passos e você achará que eles não são tão difíceis de alcançar quanto você pensa.

E após aprender todos os “pedacinhos” do conteúdo, você terá aprendido o conteúdo inteiro!

2. Use o Princípio de Pareto 80:20 para se concentrar em informações essenciais

Você já ouviu falar do Princípio de Pareto? É uma regra simples que diz que 80% dos seus resultados vem de 20% do seu trabalho. É usado principalmente em negócios (80% das vendas, por exemplo, provenientes de 20% dos clientes), mas pode ser aplicado a qualquer coisa, incluindo o estudo para concurso público.

Em inglês, 20% das palavras representam 80% da linguagem escrita. Na música, 20% das progressões de acordes representam 80% de todas as músicas pop.

A aprendizagem acelerada exige que você se concentre nos 20% de conteúdos essenciais e evite perder tempo nos 80% menos vitais que compõem a matéria.

Nem tudo o que está no seu livro ou na sua apostila vão cair na sua prova. Você pode descobrir o que é relevante de fato analisando o seu edital e as provas de concursos anteriores.

Aplique o princípio de Pareto em todas as matérias que estuda, desde Raciocínio Lógico até Direito Constitucional, sempre se focando no cerne de cada tópico, nos 20% que realmente importam e que realmente vão cair na prova.

Ao estudar, grife apenas 20% do conteúdo que considerar principal, anote esses 20% na sua forma de anotação tradicional (resumo, esquema, mapa mental etc.) e revise periodicamente esses 20% anotados.

Ao fazer isso, você aprenderá muito mais rápido e ocupará seu raciocínio e sua memória com os conteúdos que realmente vão fazer a diferença na hora da sua prova.

3. Aprenda a bloquear distrações e a focar em tarefas únicas

O investidor imobiliário Gary Keller tem uma ótima citação sobre a multitarefa: “Você pode fazer duas coisas ao mesmo tempo, mas você não pode se concentrar efetivamente em duas coisas de uma só vez”.

Ou seja, você até pode fazer duas coisas ao mesmo tempo, mas serão duas coisas mal feitas, ou gastará mais tempo do que se as fizesse separadamente.

Com essa loucura de estímulos e atividades com que lidamos no dia a dia, é muito comum sermos “multitarefa” e fazermos várias coisas ao mesmo tempo: estudar e responder mensagens de e-mail, assistir uma videoaula enquanto enviamos mensagens pelo WhatsApp etc.

Pode parecer que não, mas muitos estudos já comprovaram que é muito menos produtivo ser “multitarefa” do que se concentrar em uma tarefa de cada vez.

Depois de ter quebrado seu objetivo maior (Direito Constitucional) em pequenas etapas possíveis (Atos Administrativos, Modalidades de Licitação etc.), você precisa se concentrar em uma por vez.

Bloqueie distrações – do YouTube, e-mails, Facebook, Whatsapp, televisão – e gaste toda sua energia trabalhando em uma tarefa de cada vez para obter a máxima produtividade.

Ou seja, se vai estudar, estude! Reserve aquele tempo para o estudo, concentre-se e desligue-se de todo o resto (é só por um tempo, você vai sobreviver!).

4. Pratique os novos conteúdos à medida em que for aprendendo

É muito mais fácil aprender uma habilidade quando você pode praticá-la. Por exemplo, é muito mais fácil que você consiga aprender a Língua Espanhola convivendo e falando com pessoas que falam espanhol.

É por esse motivo que as crianças aprendem o nosso idioma naturalmente, sem teoria, somente na prática diária. Elas estão todo o tempo “praticando” o novo aprendizado.

Da mesma forma, crianças que convivem com pais bilíngues, tendem a aprender naturalmente ambas as línguas paternas, enquanto nós adultos muitas vezes precisamos passar anos em cursos para tentar aprender outro idioma (e muitas vezes, sem resultado!).

Na realidade dos concursos públicos, a “prática” do novo conteúdo pode ocorrer de diversas maneiras: resolução de questões, realização de simulados, realização de provas de concursos etc.

Estas são as maneiras mais “tradicionais” de prática, por assim dizer. Mas existem outras formas: dar aula sobre o conteúdo para alguém (imaginário ou real), tentar simular a aplicação do conteúdo na realidade prática.

Por exemplo: ao estudar Direito, você poderia se perguntar: “Se eu fosse detido e levado a uma prisão, qual tipo de ação meu advogado poderia impetrar a meu favor? Habeas Corpus!”.

Ao trazer o conteúdo teórico para a sua realidade prática, torna-se muito mais fácil a sua aprendizagem e a fixação do conteúdo.

E você, de que formas pode colocar os conteúdos que está estudando em prática?

5. Use mapas mentais para acelerar seu estudo e multiplicar sua memorização do conteúdo

Embora ainda sejam pouco utilizados no Brasil, os mapas mentais foram criados entre 1960 e 1970 pelo renomado especialista inglês Tony Buzan e hoje são utilizadas por mais de 250 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo que suas aplicações têm se multiplicado em centenas de instituições, desde escolas de idiomas nos Estados Unidos à grandes organizações como a Disney, a Apple e a NASA.

(Se você quiser saber um pouco mais sobre os mapas mentais, veja este vídeo que preparei para você).

A verdade é que após testar as mais diversas formas de anotação disponíveis, como resumos tradicionais, resumos estruturados, flashcards, esquemas, quadros comparativos, fichamento e tantos outros que você nem pode imaginar…

O que a gente comprovou aqui na Estude Com Sucesso, foi que a melhor forma de se obter um Estudo Efetivo para concursos era fazer nossas Anotações Inteligentes no formato de mapas mentais.

Porque o cérebro não organiza os conteúdos de forma linear, como escrevemos em um resumo tradicional… mas sim em formato de rede, de forma radiante.

E os mapas mentais representam o Pensamento Radiante do cérebro, que é a própria maneira que o cérebro usa para pensar e organizar informações.

E o fato de os mapas mentais utilizarem imagens, cores, ícones, ramificações e conexões faz com que seu cérebro associe muito melhor as informações e fixe muito mais na memória de longo prazo.

Ao usar mapas mentais, você está ajudando o seu cérebro no processo de aprendizagem e memorização, de forma totalmente natural.

E isso é cientificamente comprovado por diversos estudos da Neurociência e Neuropedagogia!

Por isso o Mapa Mental é hoje a ferramenta preferida entre os Top Concurseiros aprovados em concursos de ponta.

Não é à toa que nós aqui da Estude Com Sucesso, desenvolvemos um treinamento completo ensinando o uso correto de mapas mentais em concursos públicos, o Treinamento Dominando os Mapas Mentais.

**(para saber mais informações sobre o curso, clique neste link aqui…)

Porque usar mapas mentais é simples…

Mas se você não souber a forma correta de estudar com os mapas mentais, você vai desperdiçar um precioso tempo que você não tem a perder.

Acredite em mim, eu sei exatamente como você se sente, se você já tentou usar os mapas mentais e se frustrou.

Porque foi só depois de muito testarmos, errando mais do que acertando, que nós conseguimos desenvolver um método de estudar através dos Mapas Mentais que funcionava de verdade, independente do concurso.

É por isso que eu decidi facilitar ao máximo e compartilhar com você exatamente o passo a passo desse MÉTODO totalmente prático de criação e uso dos mapas mentais, que me permite triplicar minha concentração, aprender até 5x mais rápido e aumentar em até 80% minha memorização de longo prazo…

E organizei todo esse conhecimento nesse Treinamento Completo chamado Dominando os Mapas Mentais (clique aqui para conhecer!), para você não precisar gastar meses de estudo e nem perder seu tempo e seu dinheiro tentando descobrir todas estas técnicas por conta própria.

6. Quebre seu estudo em pequenos blocos para evitar o desgaste da mente – a Técnica Pomodoro

Você se sente esgotado ao final de um período de estudo? A maioria das pessoas trabalha ou estuda muito mais eficientemente em pequenas sessões de 25 minutos a uma hora do que em sólidos blocos de 3-4 horas de trabalho constante e sem parar.

Independentemente de quão eficientes sejam suas habilidades de aprendizagem, você terá dificuldade em aprender o conteúdo estudado se você não tiver motivação e energia para continuar.

O esgotamento físico e mental é problema frequente e sério para quem está estudando por semanas, meses ou anos a fio, independentemente do grau de produtividade que a pessoa tenha ao estudar.

Uma das melhores maneiras de evitar esse esgotamento é usar a Técnica Pomodoro (saiba mais sobre a técnica aqui), para quebrar seu estudo em pequenos blocos de 25 a 50 minutos, em que você consegue ter alta produtividade ao estudar, intercalando com 5 a 10 minutos de descanso.

Ou seja, em 2 horas de estudo, que normalmente você “enrola” 20 a 40 minutos, você consegue transformar em 4 blocos de 25 minutos de alta performance no estudo, intercalando intervalos de 5 minutos de descanso.

Essa técnica, apesar de ser muito simples, é extremamente poderosa e pode mudar totalmente o resultado dos seus dias de estudo!

Experimente e verá por si só!

7. Colabore com amigos para testar suas habilidades e conhecimento

Você é uma pessoa competitiva?

Colocar desafios para si mesmo é uma das melhores maneiras de melhorar o seu foco e acelerar seu processo de aprendizagem, independente da matéria que esteja estudando.

Estude em grupo com seus amigos concurseiros, para testar os conhecimentos uns dos outros e adquirir novos conhecimentos juntos. Vocês podem colaborar entre si na troca de informações e de aprendizado, tirando dúvidas uns dos outros e praticando entre si.

Podem também promover competições saudáveis entre si, de forma a estimular seu interesse pelo conteúdo e promover uma aprendizagem mais lúdica e ativa.

Jogos, concursos, ditados, perguntas e respostas orais, baterias de questões com tempo marcado, etc… vale tudo nesse momento! Esse tipo de técnica de estudo é utilizado com crianças para promover a aprendizagem de diversos conteúdos mais complexos para elas, e com certeza, pode funcionar para você também!

Ao fazer isso, você rompe com a monotonia do estudo linear e repetitivo e coloca os elementos “diversão” e “emoção”, essenciais para a fixação de memória.

Não é à toa que os videogames nos prendem tanto a atenção e, embora possam ser bastante complexos e repletos de informação, são facilmente assimiláveis por crianças de todas as idades.

Vale à pena tentar! No mínimo, será divertido! =D

8. Depois de aprender um conteúdo, revise-o frequentemente até o dia da sua prova

“É igual a andar de bicicleta, nunca se esquece! ”…

… só que não!  😕 

Muitas vezes, comparamos erroneamente o estudo para concurso com o aprendizado daquelas habilidades quase “inesquecíveis”, como andar de bicicleta. Esse tipo de habilidade, geralmente baseadas na “memória muscular”, uma vez que são aprendidas, torna-se quase impossível esquecê-las.

Mas nem todas as habilidades são assim: habilidades baseadas em “conhecimentos”, ao invés de memória muscular, como o estudo das línguas, por exemplo, são surpreendentemente fáceis de “desaprender”.

Felizmente, reativar um conhecimento perdido é um processo relativamente simples, quer seja sua fluência em inglês ou seu conhecimento em Direito Constitucional.

Para um idioma, o processo é frequentemente tão simples como ver programas de TV estrangeiros sem legendas. Você naturalmente vai relembrando seu conhecimento sobre a língua.

Para os inúmeros conteúdos que vão cair na sua prova, é imprescindível que você lance mão de um recurso fundamental, sem o qual você inevitavelmente será reprovado: as REVISÕES!

Sem a revisão periódica do conteúdo estudado, você não tem nenhuma chance de passar no concurso (salvo se você for um gênio, um alienígena ou tenha uma memória fotográfica absurda).

Hermann Ebbinghaus foi um cientista alemão que estudou o processo de memorização e estabeleceu a CURVA DO ESQUECIMENTO, comprovando que o cérebro tem a infeliz tendência de destruir nossas memórias recentes, liberando espaço para novas memórias.

** (saiba mais sobre o processo de Estudo Ativo, a Curva do Esquecimento e as Revisões Espaçadas neste vídeo que preparei para você)

Conforme descobertas da neurociência, esse é o processo natural que faz com que você hoje já nem se lembre de quase nada do que estudou ontem.

Os trabalhos de Ebbinghaus e sua curva do esquecimento nos permitiram comprovar que um dos métodos mais eficazes para fixar a informação na memória de longo prazo é repeti-la no momento em que estamos prestes a esquecê-la. Essa descoberta científica foi o que originou o Sistema de Repetição Espaçada.

Para dar um exemplo de como isso funciona, imagine que você está escrevendo na areia. Quanto mais você reforçar o traço, mais profundo ele ficará gravado na areia.

Da mesma forma, quanto mais você revisar as suas próprias anotações, mais elas ficarão fixadas na sua memória de longo prazo.

Então, de acordo com a Curva do Esquecimento, para garantir que o conteúdo se mantenha fresco na memória, você deve fazer, no mínimo, as seguintes revisões: a primeira, logo após ter estudado o assunto, a segunda, até 24 horas mais tarde, a terceira em 7 dias, e a quarta em 30 dias.

Após isso, você só precisaria manter revisões de manutenção, a cada 30, 45 ou 60 dias, por exemplo.

9. Não estude até desmaiar! Encontre seu horário mais produtivo e faça pausas para se recuperar

Boa parte das pessoas com uma programação diária de trabalho de 8:00 a 17:00 pode atestar o fato de que a maior parte de seu trabalho produtivo ocorre pela manhã.

São poucas as pessoas que conseguem trabalhar ou estudar por 8 a 10 horas seguidas, sem ter queda na produtividade. A maioria de nós trabalha melhor em uma janela diária de 3-4 horas.

Esta janela de alta produtividade de 3-4 horas também se aplica à aprendizagem. O tempo que passamos estudando algo e o conhecimento que conseguimos reter disso não é uma curva linear.

Ou seja, nosso tempo de estudo e nosso volume de aprendizagem não são diretamente proporcionais. Pelo contrário!

O que acontece normalmente é que temos nosso pico de foco e produtividade em algum período do dia, geralmente pela manhã, quando estamos com a mente descansada após uma noite de sono bem dormida.

Daí conseguimos ter 3-4 horas de estudo com alto desempenho e depois começamos a perceber uma queda: sonolência, desânimo, falta de foco e concentração etc…  Muitas vezes, passamos as horas seguintes procrastinando e nos enganando de que estamos estudando.

É claro que tem muitos fatores que podem influenciar nisso, incluindo o fator emocional, seu estado de saúde, sua noite de sono anterior, sua alimentação, suas preocupações externas etc. E também há pessoas que tem seu período de máximo desempenho pela tarde, pela noite ou, até mesmo, pela madrugada.

De qualquer forma, para maximizar suas habilidades de aprendizado, muitas vezes é importante estudar menos (tempo). Ou seja, estudar menos tempo, mas com maior rendimento.

Afinal, por que você estudaria 10 horas para aprender “x” matérias se em 3-4 horas você poderia aprender as mesmas “x” matérias? Não parece lógico… e realmente não é! O que importa não é quantas horas você estudou, mas sim o quanto você aprendeu! Ficar em cima dos livros enrolando e pensando em outras coisas é a pior e mais sofrida maneira de você gastar seu tempo!

Por tanto, é importante você encontrar o seu melhor período de produtividade e se dar ao luxo de relaxar, fazer pausas e deixar as informações que você adquiriu amadurecerem na sua mente e fixarem-se na sua memória de longo prazo. Uma das melhores maneiras de melhorar a retenção de informação é reduzindo o estresse.

A partir de agora, saiba qual é seu melhor período de produtividade e concentre a maior parte do estudo nesse período. Faça pausas de tempos em tempos e relaxe. Isso também faz parte do aprendizado!

10. Crie métricas para medir e acompanhar o seu progresso

Como o famoso consultor de gerenciamento, Peter Drucker, disse: “O que pode ser medido, pode ser melhorado”. Uma das táticas mais eficazes para a aprendizagem acelerada é monitorar e medir o seu progresso.

Sem métricas é impossível dizer se você está melhorando! Saber se você está indo bem ou diretamente “ao buraco” da reprovação!

Crie métricas para determinar o seu sucesso e acompanhar seu progresso nos estudos.

Uma boa maneira de se fazer isso são os simulados. Você pode começar seu estudo e já fazer um simulado inicial, sem compromisso, para avaliar o seu nível de conhecimento sobre cada disciplina ou conteúdo que será cobrado no seu concurso.

Em seguida, você programa realizar 1 simulado a cada 15 dias ou 1 a cada mês e vai registrando por escrito o seu progresso, por exemplo:

>> 1º simulado (dia “1” – antes de começar a estudar):

  • – Língua Portuguesa: 13% de acerto
  • – Raciocínio Lógico: 7% de acerto
  • – Direito Constitucional: 25% de acerto
  • – (… outras matérias…)
  • – Média FINAL: 17% de acerto

>> 2º simulado (após 15 dias de estudo):

  • – Língua Portuguesa: 27% de acerto
  • – Raciocínio Lógico: 20% de acerto
  • – Direito Constitucional: 53% de acerto
  • – (… outras matérias…)
  • – Média FINAL: 37% de acerto

E assim sucessivamente até o dia da sua prova: 3º simulado, 4º, 5º, 6º etc.

Você pode fazer isso dessa forma em uma folha de papel, ou também no Word ou Excel, em um formato de tabela, se preferir. O importante é que você tenha esse registro regular do seu progresso, para saber como está evoluindo no seu aprendizado, em cada matéria.

Ao saber isso, você saberá quais são as disciplinas mais problemáticas e que precisam de maior atenção e tempo de estudo. Saberá também se o seu método de estudo está dando resultado (se as notas não melhorarem a cada simulado, seu método de estudo está ruim!).

Você pode medir também o número de horas estudadas por dia. Assim, você vai registrando as horas efetivamente estudadas e ao final de um mês poderá fazer um balanço se realmente estudou a quantidade de horas planejada ou se ficou perdido no caminho e não cumpriu seu plano!

Existem diversas outras coisas que você pode medir: seu tempo de resolução de questões, seu tempo para escrever uma redação, sua velocidade de leitura, sua velocidade de revisão de conteúdo, o quanto já avançou em cada disciplina, o quanto falta para finalizar, quanto tempo tem até a prova etc.

O importante aqui é que você entenda que um concurseiro realmente dedicado não deixa seu estudo ao acaso, à “deus-dará”. Ele acompanha diariamente suas métricas, seu avanço, seu progresso. Ou seja, ele trata seu estudo de forma profissional, pois ele sabe que seu futuro e sua carreira estão em jogo. E são estes concurseiros que vão conquistar as vagas nos concursos.

Agora eu te pergunto: que lado você quer estar?

FIM! =D

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Muito obrigado!!! 

Se você chegou até aqui é porque você realmente está interessado em aprender novas formas de estudo e melhorar o seu desempenho.

Sem esforço não há resultado! 

Aproveite para ver nossos outros conteúdos no blog e conhecer nosso treinamento completo de estudo para concursos usando os mapas mentais – o Treinamento Dominando os Mapas Mentais (clique aqui e conheça agora!).